18/04/2015

DESPROPORCIONALIDADE DO TEMPO



Sábado, 18 de abril, 08:35 hs.

Às vezes esqueço que tenho uma espécie de compromisso auto-terapêutico e passo um período longo sem atualizar este espaço tão importante pra mim.
É um abrigo virtual, que pode ser acidentalmente acessado pela indiferença de qualquer pessoa, mas não é habitado por ninguém. Lugar que muitas vezes por mim fica anestesiado.
Esta semana algo me fez vir aqui neste abrigo, rever certas coisas, especialmente constatar esta velocidade tão desproporcional que o tempo tem; ora a meu favor, ora contra mim. O fato é que o tempo a mim, é desproporcional.

Mas enfim, atualizando certos acontecimentos...
No fim do ano passado, por inúmeras razões de cunho administrativo e também pessoal, fiz minha última apresentação no Grupo Maracahyba. Cuidei para sair sem macular a história do grupo, e sem deixar qualquer mal estar nos colegas com quem trabalhei,  profissionais esforçados dos quais serei sempre grata pelos momentos de cumplicidade musical que compartilharam comigo, momentos que jamais esquecerei.
A partir daí voltei a ter um pouco de liberdade para escolher cantar de uma forma mais descompromissada, com menos frequência e num universo que eu julgue mais suave.
Então, no dia 13 de março fiz aniversário. Cansada de aniversários "em branco", e como geralmente fico carente nível grave nesta data, eu mesma providenciei uma comemoração do meu jeito e fazendo o que gosto, numa reunião de colegas e de músicos que me acompanharam, fazendo pela primeira vez um som temático: Salvador Retrô!
Fizemos músicas do auge dos carnavais da Bahia, e foi um fim de tarde animado, ainda que a maioria das pessoas fosse estranha, (já que o restaurante é aberto ao público) grande parte foi bem participativa, o que me deixou satisfeita!
Já acostumei a lidar com um sentimento que existe pós-realização. Antigamente, quando voltava pra casa após uma apresentação, ainda em baixo do chuveiro eu percebia subitamente o fim do frenesi, e prestes a deitar sentia as nuances de uma melancolia. Hoje instintivamente abstraio estas coisas ainda no processo de término de algum evento.
Foi bom, e não sei quando voltarei a cantar, ou se voltarei, e esta liberdade de escolha me deixa tranquila.
Tenho prazer em dedicar-me à minha casa, minha família, minhas plantinhas, meus cachorros e meus detalhes...
Gosto desta realidade de mãe, de esposa, de dona de casa, e sinto isso tudo inerente à minha natureza feminina.
Natureza que geralmente passa por um outono avassalador e uma primavera colorida, no início e fim de um único mês.
Este mês antecede um mês muito especial e marcante em minha vida, dentro da minha visceral maternidade. Maio é o nome daquele mês em que experimentei grandiosas controvérsias divinas, em anos diferentes.
Primeiro dia e último dia.
Morte e nascimento.
Samuel e Josué.
Lágrimas de dor e lágrimas de risos.
2009 e 2011.
E... ... ... ...
Enquanto isso, o tempo me segue, me atropela, me ultrapassa, e a cada passagem me confirma o quanto ele me é desproporcional.



PS: Às vezes tenho sessenta anos, outras vezes nove, algumas vezes dezesseis, oitenta, outras vezes trinta, e quase nunca a minha idade liga o número a minha pessoa.


Por Suely S Araújo


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25/12/2014

NOVA CASA E NOVO ANO


Quinta-feira, 25.12.2014, 13:10hs.

Feliz Natal pra todos!
Mudei de casa no dia 30 de novembro.
Estou curtindo muito todos os ambientes, e minha família e eu estamos muito satisfeitos com a mudança! 
Deus fez tudo tão milagrosamente!
Eu pensava assim, pedir a Deus uma casa ainda melhor, mais segura, e maior do que a que eu morava antes, realmente seria pedir demais! Pedir a Deus pra continuar nas mesmas mediações de onde eu já morava, seria pedir muito além do que o demais! Mesmo assim eu pedi...
E, Ele (mais do que demais) concedeu-nos em tempo recorde, uma casa maior, melhor, mais segura, no estilo que amo, e ainda na mesma rua!!!
A casa é toda um passado! É do jeito que gosto, e está super bem preservada e cuidada, toda preparada pra gente! Digo que ela é vintage!
Nunca dei atenção a ela nas vezes em que por ela passei, porque o muro é um pouco alto e sem atrativo visual, e eu jamais imaginei que fosse uma casa tão boa!
Não deixarei de ver as estrelas antes de dormir, pois também tem janelas nos quartos!
Antes de lamentar não termos as árvores e o verde que tínhamos em torno da casa que morávamos antes, lembrei que não precisaremos mais de dezenas de sacos plásticos cheios de folhas recolhidas a cada sábado!
 Isso foi um polivitamínico para a minha fé!
Deus às vezes me deixa tonta!!! É como se Ele me desse um bofetão dizendo: - "ei, eu posso todas as coisas!!!"
Obrigada Senhor!
Glórias a Deus sempre em tudo na minha vida!!!
Uma semana linda para todos, com uma virada de ano triunfal, e Deus presente sempre!!! 

Por, SuA

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14/08/2014

REALIZADA E GRATA

Quinta-feira, 14 de agosto de 2014, 21:03hs.

Boa noite!

Sempre terei muito a agradecer a Deus!
Eu estou bem, um pouco ocupada com alguns projetos, mas sem sair da minha rotina.
Realizei com um suprimento de expectativa maravilhoso o meu retorno à música, no dia 17 de maio,
no lugar que eu desejava, e com pessoas muito especiais compartilhando comigo daquele momento.
Acompanhada obviamente, por meu fiel amigo Tiago Santana.
A segunda apresentação, foi marcada no mesmo dia, pelo dono do estabelecimento, o que recebemos como um sinal muito positivo.
Então no dia 14 de junho, repetimos a dose, com algumas novas músicas, mas infelizmente o dia foi chuvoso, e no horário da nossa apresentação ainda estava chovendo. Pessoas que haviam confirmado presença na véspera, não compareceram... não foi uma experiência tão boa, porque é sempre melhor fazer som para muitas pessoas, mas o peso da frustração, no sentido profissional foi uma experiência enriquecedora.
Os registros abaixo são da estreia, com bons reencontros de queridos amigos, inclusive o próprio reencontro musical com meu amigo Tiago Santana, que há anos não tocava comigo. 


Outros acontecimentos musicais vieram em sequência.
Fui convidada a participar do Grupo Nação Maracahyba, que tem uma proposta completamente diferente da MPB, mas que possui uma riqueza bem específica, e objetiva resgatar às raízes culturais e folclóricas, dos nossos ancestrais.
Minha participação é parcial, porque não tenho como acompanhar a banda em viagens a lugares muito distantes, o que me limita de uma forma comprometedora.
Até o momento, e num curto período, participei de duas apresentações, e vivi experiências de alegria e receptividade. A primeira delas foi na Estação Ciências, em 21 de julho, a outra, no SESC de Gravatá, no dia 27 do mesmo mês.

ESTAÇÃO CIÊNCIAS

SESC
 

No meio do caminho, fiz back vocal com o cantor e violonista Zé do Belo, que estaria lançando o seu CD. (Sambas das décadas de 20 e 30, trabalhos raríssimos, que ele regravou). Além da preciosidade do repertório foi uma experiência diferente. 


Em setembro o grupo Nação Maracahyba estará completando nove anos de existência, e é possível que eu esteja a participar de alguma apresentação.
Independente de quaisquer projetos, meu caso de amor com a música é fato consumado. 






Próxima apresentação para setembro ou outubro, estamos acrescentando Sax/Flauta, Baixo e Guitarra!
Estamos preparando...

Beijos pra todos!!!

Suely S Araújo






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14/02/2014

INTOCÁVEL


Sexta-feira, 14.02.2014, 21:56hs.

Noite de frios ventos soprando um coração pouco aprimorado...
Alma acalentada no cheiro da noite calma, amando para sempre em registros que não apagam-se.
A canção não tem tempo errado para tocar.
Nas tempestades e chuvas dos sôfregos desvios da vida, a poesia conserva-se intacta.
Há eternidade na memória.
Porque ainda que a vida acabe, sempre há vida.
Há luz e música de fundo na instabilidade de tudo.
Tranco a porta do coração com o que nele está.
E a paz me é boa companhia quando paro de brigar com os meus falíveis eus.



Por SuA


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21/12/2013

ÓTICA





Sábado, 21.12.2013, 00:23hs.

Madrugada fria e calma.
Momentos que me levem a outra dimensão de realidade são essenciais na minha vida, e posso vivenciá-los na liberdade das horas e da mente.
Por estas noites tenho flertado com devoção uma estrela que sempre vejo pela janela do meu quarto pouco antes de dormir; é a mais brilhante deste meu quadro celestial, de um brilho inquieto e oscilante. É como um olho que segura uma lágrima que pode cair a qualquer momento. Fico sonolenta olhando pra ela, com minha mente serena, ouvindo o vento se autoflagelando nas folhas da caramboleira, prestes a adormecer em meio às minhas imaginações, pensamentos e sonhos, até que eu não saiba mais se estou acordada.
Subitamente senti remorso por meu privilégio, e uma profunda gratidão por estar em minha cama, tendo  uma visão tão linda. Senti um latente desmerecimento em pensar que muitas pessoas podem estar olhando para aquela mesma estrela, ao relento, desprovidas de um tudo.
Quem vê com os olhos da alma constata deslumbre de beleza nas coisas mais simples, e se comove nos detalhes mais preciosos de uma situação isolada.
Este imaginário frutífero, este abstrato aguçado, me gera um certo equilíbrio numa lucidez mais bonita.
Lembrei-me que ontem levei meus filhos ao Circo: meu fragmento vivo de infância!
Os sentimentos que tenho quando estou no circo são os mesmos de quando eu era criança. É como usar de novo o meu pequeno vestido de cambraia de quando eu tinha todos os anos a menos! É ter o mesmo olhar inocente e surpreso, interrompido por sorrisos generalizados na fantasia vivida, e depois de tudo pegar numa prateleira empoeirada do coração aquela importância egocêntrica, comovida e grata por sentir que todo aquele espetáculo foi feito só pra mim!
É maravilhoso tecer a história de amor com os meus filhos, bordando na vida deles estes momentos marcantes e simples!
A simplicidade sempre será indispensável para que um momento seja enriquecedor!
Outras situações podem ressecar o terreno das nossas almas, então procuro estar sempre regando o jardim da nossa cultura particular, lembrando sempre que o lúdico repele a superficialidade.
Temos um lar longe de modismos e tendências superficiais, e nossa vida é firmada ainda no que há de profundo, arcaico e verdadeiramente precioso; nisso a poesia é vital.
Extinguir a poesia da vida é como transformar-se em um robô, é viver sem alma.
Só o olhar da alma produz viço, enxerga a verdade, a real beleza de tudo, e o que realmente tem valor!


"As coisas simples são as extraordinárias."

 Por SuA


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14/12/2013

INDECISÃO


Sexta-feira, 14.12.2013, 20:37hs.

Noite cheia de frescor aconchegando um coração que finge não estar preocupado.
Quando certas perspectivas ainda que boas ameaçam nossa estabilidade, é inevitável uma inquietação.
Temos vivido à incerteza de uma possibilidade de mudança, e ainda que o resultado final esteja sob nossa escolha assusta saber que, dependendo deste resultado alguns fins serão inevitáveis para um novo começo.
Gostamos muito daqui, mas vem se repetindo na vida do meu marido uma proposta de trabalho que nos perturba, mas pode nos trazer grandes benefícios e oportunidades, mais qualidade de vida no que diz respeito à segurança, educação, saúde e finanças. O problema é que isso nos custaria 2.320,65 km de distância das nossas raízes, da nossa história, e deste lugar lindo que amamos viver, e que não há melhora financeira que pague.
Preciso de discernimento para não me equivocar e abrir os olhos do meu companheiro para nossa feliz realidade, onde nada nos falta, e a paz nos é o mais importante conforto.
A certeza de que Deus nos trouxe para João Pessoa é algo irrefutável, e eu gostaria de ter esta mesma certeza antes de opinar entre permanecermos aqui, ou aceitarmos o desafio de construirmos uma nova história em Chapadão do Sul.
 Weidson já viveu a experiência de morar lá por seis meses; deu-me boas informações da realidade cotidiana, e principalmente do bom caráter dos que o acolheram e a ele trataram como filho. 
O fazendeiro e proprietário da rádio, possui alguns imóveis, garantiu que estaremos livres de aluguel, além de outros recheios agregados à proposta. Mas, indeciso e relutante, Weidson acabou recebeu uma ligação deste senhor, que pediu-lhe por escrito as condições que podem fazê-lo decidir-se por irmos morar lá. 
O email foi enviado, mas eu estou num grande dilema pois sei que minha opinião é fator decisivo para a resolução de Weidson. Eu gostaria de estar pronta para escolher com ele a melhor alternativa para a nossa família, especialmente para os nossos filhos. Gostaria de ter a certeza de tudo, e já desde o princípio poder dizer "não" ou  "vamos sim", sabendo que estaria fazendo a escolha certa. Quero estar convicta independente de qualquer coisa.  A indecisão de Weidson é reflexo da minha incerteza, sinto que não estou ajudando, mas corremos o risco de perdermos a nossa paz, pois estamos bem aqui, não precisamos arriscar nosso bem estar legítimo por melhoras superficiais, que nos afastarão fisicamente das pessoas que amamos.
Que Deus nos mostre aquilo que devemos fazer, que me sinalize, para que eu possa influenciar com sabedoria!!!...
Tem uma frase que diz: "Na dúvida, melhor não fazer nada!" - nesse caso, o fazer nada não é tão simples, mas mesmo assim pode ser a melhor opção por enquanto!
Só Deus nos pode trazer a certeza das coisas, nEle não existe dúvidas. 

Hora de dormir!
Boa noite e bons sonhos...!!!


Por SuA





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05/12/2013

CAPTURA

 
Quinta-feira, 05.12.2013, 00:55hs.  

Sob a voz de Elba Ramalho, exatamente agora, “Chorando e Cantando”, na Goiana FM, a meia noite e cinqüenta e sete!
Emoções, reflexões, necessidade de escrever, de derramar gritos contidos no tempo.
Como um engano sonso o passado às vezes me parece ser um lugar mais seguro.
Seguindo agora, “Dia Branco” com Geraldo Azevedo, conspirando a favor do meu momento ébrio-emotivo!
Às vezes ficamos pequenos, mínimos diante do que sentimos, e as emoções ganham proporções maiores do que nós, e sentimos mais do que somos.
A música tem poder de fundir emoções do passado e presente num mesmo momento e coração.
Por muito tempo “Chorando e Cantando” foi minha música; eu a ouvia na minha própria direção, me aninhando nela!
Independente do que ela cita, o pranto contido em sua poesia sempre parece ser meu. Aí sento-me aqui para escrever qualquer coisa, e pesco esta surpresa, que me deixa sem as palavras que teriam vindo, e com outras que possivelmente não teriam surgido.
“Dia Branco” que coincidiu em tocar agora, sempre me foi complementar, como também agora! Arrasta a melancolia para uma margem fresca e brilhante, porque estas músicas se seguiam numa fita que eu ouvia compulsivamente entre os meus quatorze e quinze anos, ambas na voz de Geraldo Azevedo.
Na fita também tinha, “O Amanhã é Distante” que sinto apertar um nó, na versão mais chorosa do LP "A Luz do Solo",  tinha também “Você se Lembra”, "Caravana", “Menina do Lido”, “Moça Bonita”, “Sabor Colorido”, “Canta Coração”, e outras tantas terríveis de tão maravilhosas!...
Quando Jessica tinha mais ou menos três anos, perguntou-me enquanto eu ouvia Geraldo, se aquilo era a voz de Deus... !!!
A voz de Geraldo é diferente, é quase feia e sendo linda; é inconfundível.
Música é vital para mim, e às vezes parece ter vida própria também, chega, senta e fica! Envolve-lhe, chora em você, derrama-se... ou pelo contrário, lhe revigora, lhe estimula, lhe inquieta e anima, como é o caso das músicas da academia que frequento.
Não sei se a música realmente tem esse poder, se sou muito suscetível a ela, ou as duas coisas!
Mas certamente a música realça a natureza dos sentimentos humanos.
Ouvir músicas que fazem parte de nós nos captura; sentimos tudo igual a antes; parece que descobrimos que somos os mesmos de sempre e isso é definitivo; sentimos tudo outra vez e somos tudo de novo, num tempo que não passou, e em tempos que não voltam mais.
Hora de voltar!




“Ninguém, ninguém verá o que eu sonhei... só você meu amor...
 ninguém verá o sonho que eu sonhei...” (Chorando e Cantando, Geraldo Azevedo)

Bons sonhos!

Por SuA


   


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21/11/2013

PROFUNDA MENTE


Quinta-feira, 21.11.2013, 19:55hs.

Boa e fria noite!
A três dias concluí a leitura de "A Cabana".
Momentos parecidos com uma fase boba da narrativa tiveram fundamento, mantendo intacta a qualidade do conteúdo. Excelente livro, que certamente me trouxe alguma mudança.
A mente humana não se mantém igual após uma boa leitura; é uma forma de experiência numa dimensão diferente.
Até então, eu havia vivenciado algumas alterações mentais de minha expansão abstrata, após "Fernão Capelo Gaivota" (muito bom), os clássicos de José de Alencar (barroco total), também Kramer Versus Kramer que foram marcantes pra mim, alguns bobinhos, e entre eles um que não consigo concluir: "Dibs em Busca de Si Mesmo"! Comecei a ler duas vezes, quando chego um pouco além da metade, eu já estou amando o menino a séculos, aí fico querendo ser aquela psicóloga e fazer tudo de outro jeito, abraçá-lo muito, levar pra casa, brincar, pois bem, ficar com ele pra mim!!!), nessa altura do campeonato já perdi o foco! Não apenas isso, acho que num certo momento este livro deixa de ser interessante pra mim.
O primeiro livro que li (tirando os clássicos do Reino Colorido da Criança) foi o "O Pequeno Príncipe" - pra fazer diferente da maioria... (¬¬)
Já tive acesso a livros que gostam da expressão "estratégias de sucesso", não tive interesse nenhum em prosseguir. Não consigo me envolver com certos temas.
Existem livros que não contribuem em nada com a melhora do ser humano, esfriam sua forma de viver, tornam mecânicos os seus sentidos, arrancam-lhe a poesia da alma adequando o indivíduo a uma praticidade e objetividade quase ofensivas.
Viver respaldada em superficialidades seria viver infeliz todo tempo; o profundo e o superficial são incompatíveis.
Se é coincidência ou não, o fato é que carrego às típicas características do pisciano,
e sou da profundidade, situação grave porque eu não sei nadar!

Tenho conseguido escrever textos curtos, uau!!!

Por SuA


PS: Entre um e outro momento de emoção, passei por uma cantiga:
"Respire em mim... fundo,
Para que eu respire... e viva.
E me abrace apertado para eu dormir suavemente segura por tudo o que você dá.
Venha me beijar, vento, e tire meu fôlego até que você e eu sejamos um só,
e dançaremos entre os túmulos até que toda a morte se vá.
E ninguém saiba que existimos nos braços um do outro,
a não ser Aquele que soprou o hálito que me esconde livre do mal."
(A Cabana)

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16/11/2013

INCONSTANTE

Sábado, 16.11.2013, 00:35hs.



Continuando minha leitura, que por certas páginas tornou-se um pouco monótona mas finalmente recuperou o alto nível que havia me trazido as emoções dos primeiros capítulos. 
Quando percebi que estava entrando em páginas que não favoreciam meu envolvimento e entusiasmo quase tornei-me indiferente ao que lia - característica minha que às vezes vem à tona: sou inconstante dependendo da resposta circunstancial. 
Agora por exemplo, não vou ler... as circunstâncias e condições físicas me chamam para dormir um sono bem profundo, quero entrar no colchão! Feriado de passeios, fim de dia de cansaço - o preço.
 Bons sonhos para todos, especialmente para mim! :)
Que Deus nos cuide, proteja e abençoe!

Por S S A


Eis um achado! Sucesso mundial!


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